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domingo, 19 de agosto de 2012

O cristianismo desempenha um papel único, incisivo e capital na história da Humanidade. De certa forma é o momento central, o ponto O Evangelho de S. Joãode retorno ou de volta entre a involução e a evolução. Daí o resplendor da sua irradiação.

Em parte alguma encontra-se esta luz com a mesma intensidade que se verifica no Evangelho de S. João. E, na verdade, pode-se dizer, só nele resplandece com tanta energia.

Não é deste modo, certamente, que a teologia contemporânea concebe este documento. Sob o ponto de vista histórico, de fato, o considera inferior aos três evangelhos sinóptico e até o suspeitou de apócrifo.

O simples fato de ter sido escrito dois séculos depois de Jesus Cristo foi o bastante para que os teólogos e a escola crítica o considerassem obra de poesia mística e de filosofia alexandrina. O Ocultismo, ao contrário, encara-o de modo muito diferente.

Durante a idade média existiam várias fraternidades que viveram em seu ideal e foram a fonte principal da verdade cristã. Estas fraternidades denominaram-se irmãos de S. João, Albingenses, Cátaros, Templários, Rosa-Cruz. Todos eram ocultistas práticos e faziam deste Evangelho sua Bíblia, seu Breviário. É provável que as lendas do Santo Gral, de Parsifal e de Lohengrin, emanassem dessas fraternidades e fossem uma expressão simbólica das suas doutrinas secretas.

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