domingo, 3 de junho de 2012

Logo Oficial da IGB  Cert. Reg. I.N.P.I - 7900.0778Assim como em todas as Religiões existe um Livro Sagrado ou Bíblia, do mesmo modo os Gnósticos dispõem também de um Livro Santo; com algumas referências rápidas e resumidas sobre esse Livro, antecipamos que, para compreender o «espírito» de sua «letra», há que considerar a época e o sentido esotérico em que foi escrito. O que é o «Talmud» para os Semitas, o “Bagavad-Gita” para os Budistas, o “Alcorão” para os Muçulmanos, a “Bíblia” para os Católicos e Protestantes, é para nós outros a “Pistis Sophia”.

Esse Livro Sagrado nos informa que Jesus — o Cristo — depois de haver ressuscitado dos mortos, havia passado onze anos com seus discípulos para instruí-los nos Mistérios do Mundo Interno ou Mundo da Luz, com omissão, no entanto, de alguns pontos que os discípulos não estavam ainda capacitados a compreender. No duodécimo ano, porém, os discípulos estavam reunidos com o Mestre no Monte das Oliveiras, alegrando-se de haverem recebido D’Ele tôda a plenitude do Saber Iniciático. Era o qüinquagésimo dia do mês Tybi, o dia da Lua Cheia. O Mestre estava sentado à parte, quando ao surgir do Sol, os discípulos viram um grande rio de Luz de diversas tonalidades ver ter-se sobre Ele que nela subiu ao Céu deixando os discípulos em grande temor e confusão, enquanto que silenciosamente O seguiam com os olhos.

domingo, 27 de maio de 2012
Poder Mental

O poder mental, devidamente disciplinado, ensinam os sábios e santos gurus, adquire um desenvolvimento, uma capacidade que excede os limites das possibilidades comuns.
Se a repetição metódica das práticas mentais, individualmente realizadas, permite resultados inauditos, maravilhosos, a repetição metódica das práticas mentais, coletivas (cadeias magnéticas) produzem vibrações emanações, ondas ou formas de pensamentos de uma potencialidade e expansão incalculáveis
.

Mas, não basta sentar, fechar os olhos e manter-se em silêncio. É preciso saber pensar. Pensar plasticamente, diz o nosso Mestre, o Dr. Krumm-Heller. Formar, no mental, a imagem nítida do pensamento, vê-la, por assim dizer, e com todas as forças da sua vontade, da sua atenção, da sua concentração, emiti-la, projetá-la no alvo que pretende atingir.

Não é fácil a produção integral do fenômeno. Ao contrário, é dificílima e daí a necessidade de perseverantes exercícios indispensáveis a posse do poder ou faculdade que nos há de outorgar a integridade da sua realização.

terça-feira, 1 de maio de 2012

  O Festival de WesakO Festival de Wesak  acontece anualmente  no momento do plenilúnio de Touro,em que se transmite à Terra as bênçãos de Deus, por intermédio de Buda e de Seu irmão, O Cristo.

Próximo ao momento da Lua Cheia, Os Grande Seres realizam um ritual, com diversas posições geométricas, entoando diferentes mantras.

O Cristo se torna visível no centro, com o Cetro de Poder em sua mão. À sua direita, O Manú, O Senhor das formas viventes e à sua ezquerda, O Mahachohan, O Senhor da Civilização.

Pela união dos grandes Mestres, durante o plenilúnio de Touro, se dá uma grande aproximação dos mundos espiritual e físico, em que se transmite à Terra as bênçãos de Deus por intermédio de Buda e seu irmão, O Cristo.

domingo, 8 de abril de 2012

CristoQuando procuramos estas duas palavras em dicionários modernos, encontramo-las, geralmente ligadas por um traço de união, ao contrário do que sucede nos livros antigos, onde se nos deparam deste modo – (Pistissophia) - isto é, constituindo um único vocábulo.

Traduzido, literalmente do grego quer dizer FÉ - SABEDORIA.

São duas coisas que devem estar sempre unidas: a Fé e a Sabedoria, pois, não há Fé verdadeira sem sabedoria, nem Sabedoria sem Fé. Assim como não há água sem a combinação de hidrogênio e oxigênio, não há Deus consciente em nós sem esta combinação.

Adquirimos Fé-Sabedoria por meio do ensino e este nos comunica por intermédio da palavra falada ou escrita. Se precisamos dos olhos para ver, dos ouvidos para ouvir, carecemos de Fé para lograrmos Sabedoria. Fé, afirma a Teologia, é a Luz, um Conhecimento sobrenatural que nos permite sem ver e crer no que Deus nos diz.

domingo, 18 de março de 2012

missasO problema mais profundo da Religião é a Eucaristia que, de fato, nunca deixou de preocupar os sacerdotes.

Basta consultar a Teologia de Sacrest para perceber-se o esforço dos Católicos na demonstração de que o pão, ou melhor, a Hóstia está convertida em Deus “DE VERUM”,como diz o dogma e sustentava próprio Santo Thomas.

É este o grande ato de Magia que o sacerdote, quando pronuncia os mantrans: “HOC EST ENIM CORPUS MEUM e HIC EST CALIX SANGUINIS MEI”, como pronunciara o Nazareno por ocasião da CEIA e que significam este é o meu corpo e “ESTE É MEU SANGUE“.

domingo, 11 de março de 2012

AtlantesOs Rosa-Cruzes prefere a prática à teoria; o ato à argumentação verbal, a realização à outra qualquer forma de exposição especulativa.

Ao invés de gastar o tempo e o esforço dos seus adeptos ouvindo discursos, conferências e leituras de páginas atribuídas às faculdades latentes, desenvolve-lhes os poderes físicos, prepara-os ou transformam-os em super-homens capazes de escalarem, por si, as muralhas que impedem a maioria das criaturas, a conquista dos mundos hiper-físicos, o intercâmbio com as entidades superiores.

Como se sabe, os Atlantes, seres da Quarta Raça Raiz, que teve a missão dármica de desenvolver o corpo astral, como a terceira, a Lemuriana, anteriormente, de desenvolver o corpo físico e a Quinta a Ariana ou melhor, Ameríndia, o corpo mental inferior, atingiram um tal Ascenso, no arco da sua evolução, que conseguiram a posse absoluta do PODER FOHÁTICO , “a mais potente de todas as energias de que o homem já foi dotado”.

O culto da Serpente, a veneração do FOGO SERPENTINO, Kundalini dos indianos, cujas origens Le Plongeon verificou nos símbolos encontrados em várias Kunas mayas e quichés, é uma prova desta verdade que, de boa fé, não é possível contestar.

Príncipe RacoczyDurante a primeira parte do Século XVIII surgiu nos círculos da Europa à personalidade mais enigmática da História, um homem cuja vida foi um sinônimo de “Mistério”. O enigma de sua verdadeira identidade foi tão indecifrável para seus contemporâneos como o tem sido para os investigadores posteriores.

O Conde de Saint Germain foi reconhecido como sendo o mais profundo erudito e poliglota mais versado de seu tempo. Seus conhecimentos surpreendentes estendiam-se da Química à História, da Poesia à Música, da Psicologia à Política. Manejava com habilidade vários instrumentos musicais e dedicava-se, às vezes, a composições difíceis. Entre estas se encontra uma ópera encantadora.

Pintava com talento raro. Acredita-se que os surpreendentes efeitos luminosos que costumava imprimir as suas telas eram resultantes da mistura de madrepérola pulverizada com tinta. Essa habilidade lhe granjeou a admiração mundial.

Falava diversos idiomas. Neste particular ele se aproximava do sobrenatural. Manejava com tal desembaraço o Alemão, Inglês, Francês, Italiano, Português, Espanhol, Grego, Latim, Árabe, Sânscrito, Chinês e Japonês, que era aceito e tido em cada terra como nativo.

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